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Apaixonados Por Cinema

Archive for the ‘Cinema Internacional’ Category


Posted on novembro 4, 2009 - by Geórgia Honório

A cada filme quase tenho um ataque de pânico

A cada filme quase tenho um ataque de pânico

A rápida passagem dos atores Kristen Stewart e Taylor Lautner pelo Brasil, neste fim de semana, vai deixar saudades nos fãs. Centenas deles passaram o sábado (31) e o domingo (1º) em frente ao hotel no qual a dupla estava hospedada, com cartazes e mensagens de amor, promovendo momentos de histeria generalizada sempre que alguém surgia na janela.

Junto com Robert Pattinson, Kristen e Lautner formam o trio protagonista de “A saga Crepúsculo: Lua nova”, filme de vampiros baseado na série de livros de mesmo título, que estreia nos cinemas no próximo dia 20. Os atores estiveram no Brasil justamente para falar sobre o segundo longa da franquia. E apenas sobre isso, já que questões sobre vida pessoal foram vetadas, assim como sobre “Eclipse”, a terceira parte da história. A rápida passagem dos atores Kristen Stewart e Taylor Lautner pelo Brasil, neste fim de semana, vai deixar saudades nos fãs. Centenas deles passaram o sábado (31) e o domingo (1º) em frente ao hotel no qual a dupla estava hospedada, com cartazes e mensagens de amor, promovendo momentos de histeria generalizada sempre que alguém surgia na janela.

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Junto com Robert Pattinson, Kristen e Lautner formam o trio protagonista de “A saga Crepúsculo: Lua nova”, filme de vampiros baseado na série de livros de mesmo título, que estreia nos cinemas no próximo dia 20. Os atores estiveram no Brasil justamente para falar sobre o segundo longa da franquia. E apenas sobre isso, já que questões sobre vida pessoal foram vetadas, assim como sobre “Eclipse”, a terceira parte da história.


Posted on outubro 31, 2009 - by Geórgia Honório

‘MIB – Homens de preto’ terá terceira versão no cinema

‘MIB – Homens de preto’ terá terceira versão no cinema

Os homens de preto vão entrar em ação novamente. A Sony Pictures está preparando “MIB 3″, o terceiro filme da franquia de ficção-científica.

Etan Cohen, que assina o roteiro de “Trovão tropical”, está escrevendo a história, e há rumores de que Barry Sonenfeld, que dirigiu os dois primeiros filmes da série, estaria se preparando para repetir a dose, embora ainda não haja acordo ou oferta formal nesse sentido. O estúdio quer iniciar a produção em 2010.

O fator desconhecido ainda é Will Smith. O ator ainda não se comprometeu a fazer o terceiro, embora nos últimos dias venha circulando que ele esteja interessado em voltar. O envolvimento de Tommy Lee Jones também é incerto.

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A Sony anunciou em abril que traria de volta a história de agentes secretos que percorrem o mundo combatendo aliens disfarçados, arrasando monstros e memórias em seu caminho.

“MIB” foi uma das franquias cômicas de maior sucesso de todos os tempos. Juntos, os dois filmes – que saíram em 1997 e 2002 – renderam quase US$ 1,1 bilhão em todo o mundo.


Posted on outubro 31, 2009 - by Geórgia Honório

Charlize Theron vai estrelar o quarto ‘Mad Max’

Charlize Theron vai estrelar o quarto ‘Mad Max’

A atriz Charlize Theron vai protagonizar o quarto filme da série “Mad Max”, informou nesta sexta-feira a revista “Variety”. Ela dividirá cenas com o ator britânico Tom Hardy, que deve assumir o papel de Max Rockatansky, interpretado por Mel Gibson nas três primeiras partes da saga.

O longa-metragem, que terá o título “Mad Max: Fury Road”, será dirigido e escrito por George Miller (da animação “Happy Feet”).

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As filmagens têm início previsto para agosto de 2010, tendo a Austrália como cenário.

A trama gira em torno de um policial que vira uma espécie de guerreiro em um futuro pós-apocalíptico. O primeiro filme da série foi lançado em 1979 e seu sucesso motivou duas sequências, “Mad Max 2: A caçada continua”, de 1981, e “Mad Max 3: Além da cúpula do trovão”, de 1985, que trouxe a cantora Tina Turner no elenco.

A sul-africana Charlize Theron ganhou o Oscar de melhor atriz em 2003 por seu papel em “Monstro”, em que fez o papel da serial killer Aileen Wounos. Recentemente, Theron estrelou o longa “The road”, em cartaz nos EUA.


Posted on setembro 24, 2009 - by Geórgia Honório

‘O exterminador do futuro 2′ em 3D

‘O exterminador do futuro 2′ em 3D

O relançamento iminente pela Disney de “Toy story” e “Toy story 2″ em 3D está levando a especulações sobre se outros estúdios vão fazer o mesmo com filmes de seu catálogo. Mas parece que a dúvida não é tanto “se,” mas “quando” isso vai acontecer.

Executivos de vários estúdios de Hollywood admitem estar discutindo possíveis relançamentos de filmes em 3D. No estúdio Lightstorm Entertainment, fontes sugerem que em menos de um ano será anunciado o relançamento em 3D de nada mais, nada menos que “Titanic”.

Jon Landau, um dos sócios da Lightstorm, disse que “já estamos bastante avançados nesse caminho”.

Na verdade, o estúdio já realizou testes de 3D em dois dos filmes de maior sucesso de James Cameron: “Titanic” e “O exterminador do futuro 2 – O julgamento final”.

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Mesmo assim, embora seja possível que vários grandes estúdios enveredem por esse caminho, é provável que apenas alguns filmes seletos tenham esse destino até o momento que o 3D chegar ao formato DVD, dentro de possivelmente cinco anos. Apenas os mais conhecidos clássicos do cinema justificariam o custo considerável de conversão de 2D para 3D, sem falar nos custos de divulgação dos relançamentos em 3D.

Outro fator a ser levado em conta é a base ainda exígua de cinemas com telas 3D. Mas Jon Landau se diz animado pelo aumento constante no número de tais cinemas.

Os filmes para o público familiar são os candidatos mais óbvios ao relançamento em 3D, já que as crianças frequentemente conhecem títulos clássicos desse gênero em DVD mas nunca os viram no cinema. Mas mesmo filmes conhecidos de ação, como os da franquia “Star wars,” devem acabar sendo relançados em 3D.

A Disney vai lançar as versões em 3D de “Toy story” (1995) e sua sequência de 1999 em 2 de outubro em cerca de 1.600 cinemas dos Estados Unidos. Os relançamentos servirão para lembrar o público da franquia, no aguardo do lançamento em 18 de junho próximo de “Toy story 3″, também em 3D.

O presidente de distribuição da Fox, Bruce Snyder, diz que o estúdio ainda não está preparando nenhum relançamento em 3D, mas acha que, com o tempo, esse tratamento pode ser dado a outros filmes, além dos familiares.

“Temos adolescentes mais velhos e homens na casa dos 20 anos que são loucos por tecnologia,” disse ele. “Então existe a possibilidade de expandir do público familiar para esse público.”

Observando os custos da conversão de 2D para 3D e a inevitabilidade de o 3D acabar por dominar a paisagem cinematográfica, Jon Landau tem um conselho a dar aos estúdios: “Se você tiver a possibilidade de filmar alguma coisa já em 3D, faça-o. Assim não será preciso fazer a conversão mais tarde”.


Posted on setembro 11, 2009 - by Geórgia Honório

“Prova de Amor” leva às lagrimas com drama sobre câncer

“Prova de Amor” leva às lagrimas com drama sobre câncer

O diretor Nick Cassavetes, ao contrário do pai, o grande cineasta John Cassavetes, é um diretor dado a banhar seus filmes em lágrimas. Em 2004, ele despedaçou corações com “Diário de uma paixão”. Agora com “Uma prova de amor”, que estreia no Brasil nesta sexta-feira (11), ele coloca em foco uma adolescente com câncer terminal.

Baseado num romance de Jodi Picoult, “Uma prova de amor” parte de uma premissa bastante interessante para se entregar a uma resolução frustrante. A filha mais velha de Sara (Cameron Diaz) e Brian (Jason Patric) tem leucemia e ninguém da família (incluindo o irmão) possui uma medula compatível.

Por isso, um médico os aconselha a conceber um bebê em laboratório com as características necessárias para se tornar doador. Assim nasce Anna que, 11 anos mais tarde, interpretada por Abigail Breslin (a protagonista de “Pequena Miss Sunshine”), resolve processar os pais para que eles parem de retirar órgãos e estruturas de seu corpo para doar para a irmã mais velha, Kate (vivida por Sofia Vassilieva), que agora precisa de um rim.

Para isso, Anna conta com a ajuda de Campbell (Alec Baldwin), um advogado falastrão que a ajudará a levar o caso aos tribunais. A atitude da caçula desmorona a estrutura familiar quando o perfil real de cada membro vem à tona.

Polêmica

Mais do que uma mãe-coragem, Sara é egoísta e, para ela, Kate não passa de uma batalha que não pode ser perdida. É interessante a forma como o roteiro, co-escrito pelo diretor e Jeremy Leven (“Diário de uma paixão”), dá espaço para que cada um dos membros da família cresça como personagem, mas, ao mesmo tempo, o filme falha ao não se aprofundar em nenhuma das discussões que levanta.

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São assuntos bastante sérios, polêmicos e interessantes em que “Uma prova de amor” apenas esbarra. O direito de Anna em ser dona de seu próprio corpo é superior à vida da irmã? Ela tem noção de que negando doar seu rim a irmã morrerá? A caçula está preparada para carregar essa culpa? Qual o papel dos pais nisso tudo? Sara pode negligenciar os filhos e o marido para cuidar de uma filha?

Essas e tantas outras perguntas são sugeridas, mas nunca debatidas pelos personagens. Quando o processo de Anna contra sua família vai parar na corte, não surge um jornalista sequer para cobrir o julgamento. A mídia tão ávida por esse tipo de conflito deixaria isso passar batido? Na visão de Cassavetes, sim.

Para o diretor, o vale de lágrimas onde os personagens quase se afogam é o que há de mais interessante. E para isso ele recheia a história de momentos lacrimosos e, algumas vezes, sensacionalistas. Todos que cruzam com essa família têm uma grande tragédia pessoal.

A juíza que cuidará do caso, interpretada por Joan Cusack, perdeu uma filha num acidente de carro há pouco tempo. O advogado também tem problemas de saúde. E Kate se apaixona por um rapaz também paciente terminal.

Basta um rápido olhar pelo currículo de Cassavetes para se perceber que sutileza nunca foi a palavra de ordem em seus filmes – ao contrário da filmografia de seu pai, guiada pela intensidade.

O mais triste aqui é notar que Cameron Diaz e Abigail Breslin mergulham fundo em personagens complexos, mas não encontram um filme à altura de suas interpretações. É preciso ter um coração de pedra para não se emocionar com “Uma prova de amor”, mas, ao mesmo tempo, não são lágrimas merecidas.


Posted on setembro 11, 2009 - by Geórgia Honório

Filme sobre teorias de Charles Darwin gera polêmica no Festival de Toronto

Filme sobre teorias de Charles Darwin gera polêmica no Festival de Toronto

O Festival Internacional de Cinema de Toronto rompeu uma tradição de mais de três décadas ao apresentar, na noite de quinta-feira (10), um filme não-canadense na sua sessão de abertura, o drama britânico “Creation”.

A escolha foi criticada por realizadores locais, somando-se à polêmica gerada pelo próprio filme, que mostra a luta de Charles Darwin para escrever o seu importante livro “A origem das espécies,” que gera debates até hoje.

“Dissemos que queríamos despertar discussões e conseguimos”, disse à plateia Cameron Bailey, co-diretor do festival, visto como um dos pontos de partida para a disputa pelo Oscar. “A história tem 150 anos, mas não poderia ser mais atual”.

No filme, Darwin (Paul Bettany) já realizou suas viagens pelo mundo recolhendo amostras da vida animal, e sofre pressão de seus colegas para escrever um livro que desafiaria a crença na criação divina do homem. Mas sua esposa (vivida por Jennifer Connelly, mulher de Bettany na vida real) é uma cristã fervorosa, que discorda das ideias do marido.

Trata-se de uma visão humanista sobre Darwin, dividido entre sua crença em Deus e sua devoção pela ciência, e também sofrendo a dor da perda de um familiar que não pode ser explicada por suas teorias da natureza.

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“Não estávamos tentando endossar uma visão única do mundo. Queríamos fazer o homem (…) acessível e compreensível a todos “, disse o diretor Jon Amiel, que no entanto se disse ciente de que o filme poderá atrair a ira de grupos religiosos.

Grupos conservadores religiosos e criacionistas têm sido tão enfáticos na demonização de Darwin que qualquer filme que o mostrar como um ser humano deve ser visto como polêmico” afirmou.

Mas cineastas experientes sabem que não há nada como uma boa polêmica para atrair plateias aos cinemas. Diretores do mundo todo vão a Toronto para obter atenção da mídia e gerar um burburinho que aumente suas chances no Oscar.

Junto com o importante Festival de Veneza, que termina neste fim de semana, e com o pequeno mas influente evento de Telluride, Colorado, que terminou na segunda-feira, Toronto é uma das primeiras escalas no caminho até os prêmios da Academia de Hollywood, em março.

No ano passado, “Quem quer ser um milionário?,” que viria a ganhar o Oscar de melhor filme, foi o preferido da plateia canadense.

Neste ano, buscam um feito semelhante, entre outros, “Up in the air,” com George Clooney, dirigido por Jason Reitman; “A serious man,” dos irmãos Joen e Ethan Coen, “Life during wartime,” de Todd Solondz; e “Capitalism: a love story,” do documentarista Michael Moore.

O festival vai até 19 de setembro, com 330 filmes de 64 países.


Posted on setembro 11, 2009 - by Geórgia Honório

‘Gesto Obsceno’, incidente de trânsito muda um homem

Gesto Obsceno, de Tzahi Grad, não tem como tema o conflito entre judeus e palestinos, embora seja ambientado em Israel.

Aqui, o interesse primordial é a natureza humana, explorada por meio de um indivíduo que, após um incidente de trânsito, não pode mais contar com o Estado para defender seus direitos nem preservar sua integridade física. Em condições extremas, até onde o ser humano pode chegar?

Quem responde é Michael Klienhous (Gal Zaid), homem introspectivo e deprimido que abandonou o emprego para se dedicar a um sonho: escrever um livro.

Há seis meses, ele se debruça sobre a obra que ainda não tem nenhuma linha escrita. As obrigações da casa ficam, então, a cargo da esposa Tamar (Keren Mor), que não parece nutrir nenhuma admiração pelo marido.

Na manhã que coincide com o feriado em memória do Holocausto, Michael sai para apanhar a esposa e o filho. Tamar demora a entrar no carro e, enquanto isso, permanece com a porta aberta em uma rua aparentemente tranquila da cidade. O motorista do veículo de trás fica impaciente e começa a buzinar. Tamar se irrita e mostrar-lhe o dedo, o tal gesto obsceno do título. Ofendido, o motorista avança e arranca a porta do carro de Michael.

Tendo anotado a placa do veículo, Michael vai à delegacia para prestar queixa, mas descobre que o agressor é Dreyfus (Asher Tzarfati), um gângster muito bem relacionado e praticamente intocável pelas vias legais.

Michael é aconselhado a arcar com o prejuízo e esquecer o assunto. Mas ele não se intimida e, com a ajuda do primo Chasmonai (Ya”ackov Ayali), decide falar pessoalmente com Dreyfus. No entanto, o infrator não parece interessado em discutir a questão e usará a força para espantar Michael, se for necessário.

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O desfecho da trama é previsível no contexto do filme, mas nem por isso deixa de ser significativo. A cena final é semelhante a inúmeras outras que recheiam os noticiários internacionais, com a diferença de que o protagonista não é um terrorista, mas um cidadão comum. Esse é o único aspecto que faz de Gesto Obsceno uma obra relevante.

Michael é obrigado a usar a violência como recurso derradeiro quando o Estado não o apoia. O curioso é que, com o uso da força, ele ganha o respeito da família e reconquista a auto estima, há tempos perdida.

O roteiro é construído de maneira a suscitar no espectador certa empatia pela causa de Michael que, por fim, se transforma em cumplicidade. É se aproximando de uma vida em particular que o filme procura entender o que leva um homem a atitudes tão extremas.

Pode ser que haja um paralelo com a questão da Palestina. O impulso que leva Michael à violência tem a mesma raiz daquele que leva palestinos a atacarem judeus. Ambos sentem-se oprimidos, injustiçados e não podem recorrer ao Estado, restando-lhes fazer justiça com as próprias mãos.

O filme, premiado no Festival de Haifa, não faz apologia à violência nem a justifica, mas parece compreender os sentimentos humanos que impulsionam atos brutais.


Posted on agosto 3, 2009 - by Geórgia Honório

Bilheteria de “Funny People” de Sandler decepciona em estreia

Adam Sandler teve neste domingo (2) a sua pior estreia nas bilheterias da América do Norte em quase cinco anos, com “Funny People”, uma comédia mais séria do que os descompromissados filmes amados pelos seus fãs.

De acordo com estimativas de estúdio, o filme alcançou US$ 23,4 milhões nas bilheterias nos três dias após a sua estreia nos Estados Unidos e no Canadá, na sexta-feira. É o pior início para um filme líder nas bilheterias desde “Sim Senhor”, de Jim Carrey, lançado com US$ 18,3 milhões em dezembro passado.

Sandler interpreta um comediante diagnosticado com uma doença sanguínea letal e que tenta acabar com um casamento. Os principais críticos não gostaram do filme, de acordo com o site Rotten Tomatoes que analisa resenhas.

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A pior estreia anterior de Sandler ocorreu com “Spanglish”, que arrecadou US$ 8,8 milhões em dezembro de 2004. Seu principal filme no verão norte-americano no ano passado, “Zohan – O Agente Bom de Corte”, conseguiu US$ 38,5 milhões na estreia, mas parou nos US$ 100 milhões.

“Funny People” foi dirigido por Judd Apatow, que foi considerado a pessoa mais inteligente de Hollywood pela revista Entertainment Weekly em 2007. Seu filme “Ligeiramente Grávidos” estreou naquele ano com US$ 31 milhões e encerrou com US$ 149 milhões.

O novo filme é mais uma decepção para a Universal Pictures.

A General Electric Co recentemente lançou a comédia “Bruno”, com Sacha Baron Cohen, que rapidamente perdeu fôlego nas bilheterias, e o drama “Inimigos Públicos”, com Johnny Depp, que não arrecadou nem 100 milhões de dólares.

O presidente da Universal, Nikki Rocco, afirmou que “Funny People” estreou “exatamente onde ele deveria estar”, devido ao tema mais sério. O estúdio disse que a produção custou 75 milhões de dólares para ser feita, embora tenha havido rumores de que esse número teria se aproximado dos 100 milhões de dólares.

“Harry Potter e o Enigma do Príncipe” ficou na segunda posição pelo segundo fim de semana, com 17,7 milhões de dólares em arrecadação. No 19º dia de exibição do sexto filme da série, a produção alcançou 255,5 milhões de dólares. Seu antecessor de 2007, “Harry Potter e a Ordem da Fênix”, havia obtido 242 milhões de dólares no mesmo período de tempo.


Posted on julho 28, 2009 - by Geórgia Honório

Adoção vira terror em filme que chega às telas nos EUA

A adoção está em alta, que o digam Angelina Jolie e Madonna. Mas no filme “A órfã” (The orphan), que chegou aos cinemas americanos neste final de semana, a adoção vira uma experiência aterrorizante. E não para a criança, mas para os pais adotivos.

Dirigida pelo quase estreante Jaume Collet-Serra (de “A casa de cera”), a trama traz o casal problemático Kate (Vera Farmiga, de “Os infiltrados”) e John (Peter Sarsgaard, de “Plano de voo”), que resolve adotar uma menina russa de 9 anos. No início, a pequena Esther (Isabelle Fuhrman) parece um anjo. Mas logo ela mostra que está longe de ser.

O filme, que tem Leonardo DiCaprio como produtor, vem enfrentando críticas de entidades ligadas à adoção e famílias que tiveram a experiência, que chegaram a criar um grupo no Facebook chamado “Eu estou boicotando o filme ‘A órfã’”.

Em resposta a protestos, o estúdio Warner Bros decidiu mudar o trailer do longa-metragem, retirando seguinte fala: “Deve ser difícil amar uma criança adotada tanto quanto seus próprios filhos”. O texto foi substituído pela voz da menina dizendo “acho que mamãe não me ama de verdade”.

Na trama, que deve entrar em cartaz nos cinemas brasileiros dia 4 de setembro, o casal decide pela adoção depois que Kate perde tragicamente um bebê e passa a ter pesadelos e paranóia. Em luta para salvar seu casamento, eles decidem partir para a adoção, mesmo já tendo dois filhos.

No orfanato local, o casal fica encantado com Esther, que mostra-se inteligente, educada, e doce, com talento para tocar piano e pintar. Parece a criança dos sonhos, até que ela começa a revelar sua crueldade ao esmagar a cabeça de um pássaro contra uma pedra. Daí para frente, é só sangue.

Inspirada na história de Alex Mace, a personagem Esther vem se juntar ao hall das crianças mais malvadas da história do cinema, que inclui Damien de “A profecia”, a possuída Regan de “O exorcista” e o personagem de Macaulay Culkin em “O anjo malvado”.


Posted on julho 24, 2009 - by Geórgia Honório

Inimigos Públicos

Irresistível sem ser galã, estrela de Hollywood sem seguir protótipos, rebelde sem ser ‘bad boy’. Não havia melhor escolha para viver no cinema o celebrado ladrão de banco John Dillinger do que Johnny Depp. Em “Inimigos públicos”, que estreia nos cinemas nesta sexta-feira (24), o ator encarna o bandido que, ao assaltar bancos em plena Grande Depressão norte-americana se transformou no maior adversário da polícia e numa figura admirada pelo povo.

Dillinger não era um ladrão comum: tinha inteligência, ousadia e uma linha de comportamento bem estabelecida. Em seus roubos, ao invadir bancos armado e render funcionários e clientes, fazia questão de mostrar que não queria o dinheiro do trabalhador, apenas do banqueiro. Numa época em que as instituições financeiras eram responsabilizadas pela crise econômica que assolava o país, não demorou até que Dillinger se transformasse em celebridade.

E assim ele seguia em sua vida criminosa, indo de cidade em cidade, de banco em banco, acumulando riqueza sem ser pego pela polícia. Ele sabia que sua impunidade dependia da fidelidade não apenas de seus amigos e comparsas, mas também do povo. E sendo adorado, ele dificilmente seria denunciado.

É na personalidade encantadora de Dillinger que o diretor Michael Mann (de “Miami vice” e “Ali”, entre outros) concentra “Inimigos públicos”, abrindo pouco espaço para os companheiros de quadrilha do bandido, também conhecidos do povo norte-americano nos anos 30, como Walter Dietrich, John “Red” Hamilton e Baby Face Nelson.

Baseado no livro de Bryan Burrough, o filme mostra ainda o relacionamento do ladrão com Billie Frechette (Marion Cottilard), uma mulher bela, porém simples, por quem Dillinger imediatamente se apaixonou e que lhe foi fiel até o fim.

Na mesma época, apertou-se o cerco contra o bandido, após a promoção de Melvin Purvis (Christian Bale) ao comando do grupo responsável por capturar o bandido e com a incrementação do “bureau” que viria a se transformar no FBI como existe hoje.

Para recriar os Estados Unidos da década de 30, a equipe de “Inimigos públicos” conseguiu recuperar cenários reais por onde passaram Dilliger e sua quadrilha, como a prisão em Indiana onde foi feita uma das fotos mais famosas do ladrão, apoiado no ombro do promotor Robert Estill, e a hospedaria Little Bohemia, em Wisconsin, que até hoje preserva as marcas do tiroteio entre bandidos e polícia, além de preciosidades como as malas da quadrilha do gângster.

E coroando a época retratada, o filme tem uma trilha sonora cheia de standarts do jazz, como “Love me or leave me”, “The man I love” e “Am I blue?” na voz de Billie Holiday, além de Diana Krall encantando com “Bye bye blackbird”.


Posted on julho 13, 2009 - by Geórgia Honório

Novo ‘Karatê kid’ na China


Will Smith acompanha seu filho Jaden, de 11 anos, em Pequim, onde no último final de semana começaram as filmagens de ‘Kung Fu Kid’, remake de ‘Karate Kid’ (1984). O ator-mirim será o aprendiz de artes marciais Daniel e contracenará com Jackie Chan, que interpretará o senhor Miyagi. Segundo o site IMDB, a produção estreia em junho de 2010.


Posted on julho 12, 2009 - by Geórgia Honório

Capitalism: A love story

O cineasta incendiário Michael Moore está imprimindo um viés romântico a seu documentário mais recente, ao qual deu o título “Capitalism: A love story” (Capitalismo – Uma história de amor).

Depois de atacar a administração Bush em “Fahrenheit 11 de Setembro” e o setor de saúde norte-americano em “S.O.S. Saúde”, Moore está voltando sua atenção à situação da economia global em seu novo filme, previsto para chegar aos cinemas americanos em 2 de outubro pelas mãos da Overture Films e da Paramount Vantage.

Ele disse em comunicado na quinta-feira (9) que já era hora de fazer um “filme sobre relacionamentos”.

“Será um filme perfeito sobre namoro. Tem tudo: desejo, paixão, romance e 14 mil empregos eliminados por dia. É um amor proibido, cujo nome ninguém ousa pronunciar. Mas vamos revelar seu nome: Capitalismo”, disse ele.


Posted on julho 8, 2009 - by Geórgia Honório

Sexto filme de Harry Potter agrada a crítica britânica

O mais recente filme da série “Harry Potter” tem o mérito de renovar a fórmula já familiar aos fãs, com um pouco de romance adolescente que vai manter os admiradores sob a magia do aprendiz de bruxo, afirma a crítica britânica. A estreia mundial de “Harry Potter e o enigma do príncipe” será no dia 15 de julho.

O sexto episódio da saga do agora adolescente Harry Potter não deve desapontar, apesar de se afastar consideravelmente do livro, afirma o jornal “Times” desta quarta-feira (8).

“O último filme é mais do mesmo da fórmula testada e aprovada para ter certeza, mas é uma fórmula que produz ouro puro no entendimento dos fãs”, afirma o crítico do jornal, que dá três estrelas ao longa em um máximo de cinco.

“O diretor David Yates orquestra o filme com grande energia e confiança, mas o poder do fenômeno Potter reduz sua contribuição artística individual”, completa.


Posted on julho 5, 2009 - by Geórgia Honório

Transformers 2 e Era do gelo 3

Em um caso raro de empate nas bilheterias norte-americanas, o grande campeão “Transformers: A vingança dos derrotados” e o novo desenho animado “A era do gelo 3″ renderam o mesmo montante durante o fim de semana prolongado nos Estados Unidos, segundo as estimativas dos estúdios divulgadas neste domingo.

Os ingressos vendidos para cada um dos filmes atingiram cerca de US$ 42,5 milhões (mais de R$ 82 milhões).

A saga de gangsters de Johnny Depp “Public enemies” estreou bem no terceiro lugar, com US$ 26,2 milhões (R$ 51 milhões), um raro filme adulto em meio aos lançamentos das férias de verão norte-americanas, época dominada por filmes de ação com muitos efeitos especiais.

Tanto “A Era do gelo 3″, terceiro filme da série de filmes de família da 20th Century Fox, quanto “Public enemies”, da Universal Pictures, estrearam na quarta-feira para aproveitar as boas vendas nos dias úteis. Desde a estreia, os filmes lucraram um total de US$ 67,5 milhões (R$ 131 milhões) e US$ 41 milhões (R$ 80 milhões), respectivamente.

Na segunda-feira, será determinado quem ficará com o primeiro lugar, quando os estúdios divulgarem seus dados completos.

A sequência de “Transformers” da Paramount Pictures rapidamente se tornou o maior lançamento do ano em vendas, com bliheterias atingindo os 293 milhões de dólares após 12 dias em cartaz nos EUA e Canadá.

A posição era mantida até agora por “Jornada nas estrelas”, também da Paramount, que gerou US$ 250 milhões (R$ 487 milhões) em 60 dias em cartaz.


Posted on julho 4, 2009 - by Geórgia Honório

Diretor de ‘Albergue espanhol’ volta às telas com ‘Paris’

A capital da França, suas luzes, monumentos e habitantes são personagens do longa “Paris”, de Cédric Klapisch (de “Albergue espanhol” e “Bonecas russas”), que estreia em São Paulo e no Rio de Janeiro nesta sexta-feira (3).

Diversos dramas – alguns mais bem desenvolvidos do que outros – giram em torno dos personagens de Romain Duris (“As aventuras de Molière”) e de Juliette Binoche (“Caché”), dois irmãos.

Pierre (Duris, em sua sexta parceria com o diretor) é um dançarino profissional que acaba de ser diagnosticado com um problema cardíaco sério. Apenas um transplante poderá salvar a sua vida. Devido à sua condição, ele deve passar a maior parte do tempo em repouso. O marasmo leva-o a refletir sobre tudo o que já viveu e fazer especulações sobre as pessoas que vê na rua da sacada de seu apartamento.

Élise (Juliette) muda-se com os três filhos pequenos para a casa do irmão, de quem pretende cuidar. Para isso, pede a redução de sua jornada de trabalho como assistente social. Desgostosa com o amor, ela encontrou no trabalho uma válvula de escape.

A doença do irmão apresenta-se como uma desculpa perfeita para, mais uma vez, ela evitar envolver-se com outro homem – no caso, o feirante Jean (Albert Dupontel, de “Irreversível”), pai da melhor amiga da filha de Élise, cuja barraca de frutas fica perto do apartamento de Pierre.


Posted on junho 27, 2009 - by Geórgia Honório

Há tanto tempo que te amo

À primeira vista, o título “Há tanto tempo que te amo” pode levar a pensar que este filme francês é um drama romântico sobre paixões reprimidas e amores não concretizados. Nada mais enganador. A frase vem de uma música que tem grande importância para as duas irmãs protagonistas da história e que as remete ao resgate de um doloroso passado.

Sinopse de Há Tanto Tempo Que Te Amo

Juliette (Kristin Scott Thomas) retorna à sua família e à sociedade, após 15 anos de ausência e rejeição. Apesar de uma separação familiar drástica no passado, sua irmã mais nova, Léa (Elsa Zylberstein), decide abrigá-la em sua casa, onde mora com o marido, as duas filhas e o sogro. Aos poucos, a trama revela a aparente amoralidade por trás da tragédia que manteve Juliette afastada por tanto tempo da vida real.


Posted on junho 27, 2009 - by Geórgia Honório

Transformers: Recorde de arrecardação

Bumblebee, Optimus Prime, Jetfire, Megatron, Devastator, Ironhide – se essa lista de personagens do longa “Transformers: A vingança dos derrotados” parece mais um catálogo de um fabricante de brinquedos modernos é porque, bem, ela é isso mesmo.

Continuação do filme “Transformers”, de 2007, o novo longa baseado na linha de robôs que se transformam em veículos traz novos personagens, além do casal de protagonistas humanos Shia LaBeouf e Megan Fox.

O enredo segue de onde o primeiro filme terminou: Sam Witwicky, personagem interpretado por Shia, está seguindo para a universidade, enquanto os robôs alienígenas bonzinhos Autobots formam uma aliança com o governo dos EUA para destruir os malvados robôs alienígenas Decepticons que continuam escondidos em volta do mundo.

Mas um megarrobô alienígena malvado especial está escondido em Marte – Fallen, o corrompido entre os 13 Transformers originais, planeja absorver o poder do Sol (acabando com o sistema solar no processo), e começa sua vingança ressuscitando Megatron, o vilão do primeiro filme.

Assim começa a corrida contra a destruição da Terra liderada por um casal adolescente, uma divisão do exército dos EUA, dois maníacos por conspirações (entre eles Seymour Simmons, personagem interpretado por John Turturro também no primeiro filme) e um belo punhado de robôs barulhentos.



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