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Apaixonados Por Cinema

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Posted on novembro 4, 2009 - by Geórgia Honório

Kate Winslet recebe US$ 40 mil em processo contra jornal

Kate Winslet recebe US$ 40 mil em processo contra jornal

A atriz britânica Kate Winslet, vencedora do Oscar, aceitou 25 mil libras (US$ 41 mil) por danos e prejuízos de um jornal que a acusou de mentir sobre um programa de exercícios, segundo um acordo confirmado por um tribunal de Londres

Winslet, 34 anos, processou o “Daily Mail” por uma matéria publicada em janeiro com o título “Kate Winslet deveria ganhar um Oscar de atriz mais irritante?” e ilustrado com fotografias de cenas de filmes em que a britânica aparece nua.

A advogada da estrela, Rachel Atkins, chamou o artigo de “ofensivo”.

As duas partes alcançaram um acordo em setembro sobre o valor da indenização e o pagamento dos custos do processo. Além disso, o jornal publicou um pedido de desculpas.

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“Me desagradou em particular que tenham me acusado de mentir sobre meu programa de exercício e senti que tinha a responsabilidade de exigir um pedido de descuplas para mostrar meu compromisso com as opiniões que sempre defendi sobre temas a respeito do corpo, incluindo dietas”, declarou Winslet, que não compareceu ao tribunal, em um comunicado.

“Acredito fortemente que as mulheres têm que ser estimuladas a aceitar-se como são. Então, sugerir que estava mentindo era uma acusação inaceitável”, completou a protagonista de “Titanic” e vencedora do Oscar de melhor atriz por “O leitor”.


Posted on novembro 4, 2009 - by Geórgia Honório

A cada filme quase tenho um ataque de pânico

A cada filme quase tenho um ataque de pânico

A rápida passagem dos atores Kristen Stewart e Taylor Lautner pelo Brasil, neste fim de semana, vai deixar saudades nos fãs. Centenas deles passaram o sábado (31) e o domingo (1º) em frente ao hotel no qual a dupla estava hospedada, com cartazes e mensagens de amor, promovendo momentos de histeria generalizada sempre que alguém surgia na janela.

Junto com Robert Pattinson, Kristen e Lautner formam o trio protagonista de “A saga Crepúsculo: Lua nova”, filme de vampiros baseado na série de livros de mesmo título, que estreia nos cinemas no próximo dia 20. Os atores estiveram no Brasil justamente para falar sobre o segundo longa da franquia. E apenas sobre isso, já que questões sobre vida pessoal foram vetadas, assim como sobre “Eclipse”, a terceira parte da história. A rápida passagem dos atores Kristen Stewart e Taylor Lautner pelo Brasil, neste fim de semana, vai deixar saudades nos fãs. Centenas deles passaram o sábado (31) e o domingo (1º) em frente ao hotel no qual a dupla estava hospedada, com cartazes e mensagens de amor, promovendo momentos de histeria generalizada sempre que alguém surgia na janela.

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Junto com Robert Pattinson, Kristen e Lautner formam o trio protagonista de “A saga Crepúsculo: Lua nova”, filme de vampiros baseado na série de livros de mesmo título, que estreia nos cinemas no próximo dia 20. Os atores estiveram no Brasil justamente para falar sobre o segundo longa da franquia. E apenas sobre isso, já que questões sobre vida pessoal foram vetadas, assim como sobre “Eclipse”, a terceira parte da história.


Posted on outubro 31, 2009 - by Geórgia Honório

Documentário sobre família Gracie expõe raízes do vale-tudo

Documentário sobre família Gracie expõe raízes do vale-tudo

Em cartaz na Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, “Os Gracies e o nascimento do vale-tudo” conta como o jiu-jitsu chegou ao Brasil, por meio da mais famosa e tradicional família de lutadores do mundo. E resgata, com isso, também as origens do vale-tudo.

Dirigido por Victor Cesar Bota, em seu primeiro longa-metragem, o documentário começa mostrando como Carlos Gracie, em 1914, aprendeu a lutar jiu-jitsu, arte marcial até então restrita aos japoneses, utilizada para vencer estrangeiros e por isso mesmo proibida de ser divulgada. Mas como um favor aos Gracies, um imigrante acabou passando os segredos da poderosa luta a Carlos, que deu início a um legado, primeiro no Brasil, e que chegaou a vários países do mundo, inclusive nos Estados Unidos, onde atualmente vários integrantes da família vivem.

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Carlos passou as técnicas da luta, assim como sua filosofia, para os irmãos e depois respectivamente para os netos e sobrinhos, criando não apenas uma tradição, mas um exército. Reunindo depoimentos de três gerações da enorme família, “Os Gracies e o nascimento do vale-tudo” tem méritos. Reconta uma história marcada por sucesso e por alguns dramas, inclusive com imagens antigas e de arquivo pessoal, verdadeiras preciosidades –incluindo cenas domésticas de Rolls Gracie, um dos mais respeitados integrantes da família, morto no início dos anos 80, ainda jovem, em um acidente de asa delta.

O filme mostra ainda como, de geração em geração, os integrantes da família Gracie foram transformando o jiu-jitsu japonês, acrescentando a ele ingredientes de outras artes marciais. E criando, como consequência, os primeiros campeonatos de vale-tudo, já que as regras de uma só modalidade esportiva não poderiam ser aplicadas àqueles combates, mistos de várias artes marciais.
E se ao mergulhar no passado da família Gracie o documentário ganha pontos, ele também tem muitas falhas. Falta qualidade, há graves problemas de áudio e alguns de edição. Além disso, o diretor opta por se manter apenas na superfície da história da família, não se aprofundando em sua vida pessoal, suas discórdias e nos tantos problemas que, ao longo dos anos se tornaram notórios. Além disso, o cineasta ouve apenas uma única integrante mulher da família, deixando de lado a perspectiva feminina que em muito poderia enriquecer seu filme.
E, para completar, algo que talvez seja até inevitável: a certa altura do longa, o espectador se perde em tantos filhos, netos e sobrinhos, quase todos com nomes iniciados com a letra R. Carlos acreditava que a letra dava força à pessoa, o que fez com que 90% de seus familiares fossem batizados com nomes semelhantes, causando enorme confusão.


Posted on outubro 31, 2009 - by Geórgia Honório

‘MIB – Homens de preto’ terá terceira versão no cinema

‘MIB – Homens de preto’ terá terceira versão no cinema

Os homens de preto vão entrar em ação novamente. A Sony Pictures está preparando “MIB 3″, o terceiro filme da franquia de ficção-científica.

Etan Cohen, que assina o roteiro de “Trovão tropical”, está escrevendo a história, e há rumores de que Barry Sonenfeld, que dirigiu os dois primeiros filmes da série, estaria se preparando para repetir a dose, embora ainda não haja acordo ou oferta formal nesse sentido. O estúdio quer iniciar a produção em 2010.

O fator desconhecido ainda é Will Smith. O ator ainda não se comprometeu a fazer o terceiro, embora nos últimos dias venha circulando que ele esteja interessado em voltar. O envolvimento de Tommy Lee Jones também é incerto.

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A Sony anunciou em abril que traria de volta a história de agentes secretos que percorrem o mundo combatendo aliens disfarçados, arrasando monstros e memórias em seu caminho.

“MIB” foi uma das franquias cômicas de maior sucesso de todos os tempos. Juntos, os dois filmes – que saíram em 1997 e 2002 – renderam quase US$ 1,1 bilhão em todo o mundo.


Posted on outubro 31, 2009 - by Geórgia Honório

Charlize Theron vai estrelar o quarto ‘Mad Max’

Charlize Theron vai estrelar o quarto ‘Mad Max’

A atriz Charlize Theron vai protagonizar o quarto filme da série “Mad Max”, informou nesta sexta-feira a revista “Variety”. Ela dividirá cenas com o ator britânico Tom Hardy, que deve assumir o papel de Max Rockatansky, interpretado por Mel Gibson nas três primeiras partes da saga.

O longa-metragem, que terá o título “Mad Max: Fury Road”, será dirigido e escrito por George Miller (da animação “Happy Feet”).

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As filmagens têm início previsto para agosto de 2010, tendo a Austrália como cenário.

A trama gira em torno de um policial que vira uma espécie de guerreiro em um futuro pós-apocalíptico. O primeiro filme da série foi lançado em 1979 e seu sucesso motivou duas sequências, “Mad Max 2: A caçada continua”, de 1981, e “Mad Max 3: Além da cúpula do trovão”, de 1985, que trouxe a cantora Tina Turner no elenco.

A sul-africana Charlize Theron ganhou o Oscar de melhor atriz em 2003 por seu papel em “Monstro”, em que fez o papel da serial killer Aileen Wounos. Recentemente, Theron estrelou o longa “The road”, em cartaz nos EUA.


Posted on setembro 24, 2009 - by Geórgia Honório

‘O exterminador do futuro 2′ em 3D

‘O exterminador do futuro 2′ em 3D

O relançamento iminente pela Disney de “Toy story” e “Toy story 2″ em 3D está levando a especulações sobre se outros estúdios vão fazer o mesmo com filmes de seu catálogo. Mas parece que a dúvida não é tanto “se,” mas “quando” isso vai acontecer.

Executivos de vários estúdios de Hollywood admitem estar discutindo possíveis relançamentos de filmes em 3D. No estúdio Lightstorm Entertainment, fontes sugerem que em menos de um ano será anunciado o relançamento em 3D de nada mais, nada menos que “Titanic”.

Jon Landau, um dos sócios da Lightstorm, disse que “já estamos bastante avançados nesse caminho”.

Na verdade, o estúdio já realizou testes de 3D em dois dos filmes de maior sucesso de James Cameron: “Titanic” e “O exterminador do futuro 2 – O julgamento final”.

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Mesmo assim, embora seja possível que vários grandes estúdios enveredem por esse caminho, é provável que apenas alguns filmes seletos tenham esse destino até o momento que o 3D chegar ao formato DVD, dentro de possivelmente cinco anos. Apenas os mais conhecidos clássicos do cinema justificariam o custo considerável de conversão de 2D para 3D, sem falar nos custos de divulgação dos relançamentos em 3D.

Outro fator a ser levado em conta é a base ainda exígua de cinemas com telas 3D. Mas Jon Landau se diz animado pelo aumento constante no número de tais cinemas.

Os filmes para o público familiar são os candidatos mais óbvios ao relançamento em 3D, já que as crianças frequentemente conhecem títulos clássicos desse gênero em DVD mas nunca os viram no cinema. Mas mesmo filmes conhecidos de ação, como os da franquia “Star wars,” devem acabar sendo relançados em 3D.

A Disney vai lançar as versões em 3D de “Toy story” (1995) e sua sequência de 1999 em 2 de outubro em cerca de 1.600 cinemas dos Estados Unidos. Os relançamentos servirão para lembrar o público da franquia, no aguardo do lançamento em 18 de junho próximo de “Toy story 3″, também em 3D.

O presidente de distribuição da Fox, Bruce Snyder, diz que o estúdio ainda não está preparando nenhum relançamento em 3D, mas acha que, com o tempo, esse tratamento pode ser dado a outros filmes, além dos familiares.

“Temos adolescentes mais velhos e homens na casa dos 20 anos que são loucos por tecnologia,” disse ele. “Então existe a possibilidade de expandir do público familiar para esse público.”

Observando os custos da conversão de 2D para 3D e a inevitabilidade de o 3D acabar por dominar a paisagem cinematográfica, Jon Landau tem um conselho a dar aos estúdios: “Se você tiver a possibilidade de filmar alguma coisa já em 3D, faça-o. Assim não será preciso fazer a conversão mais tarde”.


Posted on setembro 24, 2009 - by Geórgia Honório

Festival do Rio vai a Cannes, Veneza e até Woodstock

Festival do Rio vai a Cannes, Veneza e até Woodstock

“Sucesso em Cannes”, “premiado em Berlim”, “aplaudido em Veneza”, “revelação em Sundance”. A partir desta quinta-feira (24), chegou a vez de os cinéfilos brasileiros conferirem o que de melhor se produziu no cinema mundial nos últimos meses. Começa nesta noite o Festival do Rio 2009, uma das principais e maiores mostras do gênero no país que, até o próximo dia 8, exibe em mais de 30 espaços espalhados pelo Rio de Janeiro um total de mais de 300 filmes, entre produções internacionais ainda inéditas por aqui, além de nacionais estreantes.

A largada será dada às 20h30 no Odeon Petrobras em uma sessão apenas para convidados da comédia “Aconteceu em Woodstock”, longa-metragem do diretor Ang Lee (“O segredo de Brokeback mountain”) que tem sua primeira exibição por aqui depois de sua première no Festival de Cannes, em maio, e da estreia nos cinemas norte-americanos em agosto – além desta quinta, haverá outras sessões nos dias 25, 26 e 27 de setembro e 1 e 7 de outubro.

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Posted on setembro 11, 2009 - by Geórgia Honório

“Prova de Amor” leva às lagrimas com drama sobre câncer

“Prova de Amor” leva às lagrimas com drama sobre câncer

O diretor Nick Cassavetes, ao contrário do pai, o grande cineasta John Cassavetes, é um diretor dado a banhar seus filmes em lágrimas. Em 2004, ele despedaçou corações com “Diário de uma paixão”. Agora com “Uma prova de amor”, que estreia no Brasil nesta sexta-feira (11), ele coloca em foco uma adolescente com câncer terminal.

Baseado num romance de Jodi Picoult, “Uma prova de amor” parte de uma premissa bastante interessante para se entregar a uma resolução frustrante. A filha mais velha de Sara (Cameron Diaz) e Brian (Jason Patric) tem leucemia e ninguém da família (incluindo o irmão) possui uma medula compatível.

Por isso, um médico os aconselha a conceber um bebê em laboratório com as características necessárias para se tornar doador. Assim nasce Anna que, 11 anos mais tarde, interpretada por Abigail Breslin (a protagonista de “Pequena Miss Sunshine”), resolve processar os pais para que eles parem de retirar órgãos e estruturas de seu corpo para doar para a irmã mais velha, Kate (vivida por Sofia Vassilieva), que agora precisa de um rim.

Para isso, Anna conta com a ajuda de Campbell (Alec Baldwin), um advogado falastrão que a ajudará a levar o caso aos tribunais. A atitude da caçula desmorona a estrutura familiar quando o perfil real de cada membro vem à tona.

Polêmica

Mais do que uma mãe-coragem, Sara é egoísta e, para ela, Kate não passa de uma batalha que não pode ser perdida. É interessante a forma como o roteiro, co-escrito pelo diretor e Jeremy Leven (“Diário de uma paixão”), dá espaço para que cada um dos membros da família cresça como personagem, mas, ao mesmo tempo, o filme falha ao não se aprofundar em nenhuma das discussões que levanta.

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São assuntos bastante sérios, polêmicos e interessantes em que “Uma prova de amor” apenas esbarra. O direito de Anna em ser dona de seu próprio corpo é superior à vida da irmã? Ela tem noção de que negando doar seu rim a irmã morrerá? A caçula está preparada para carregar essa culpa? Qual o papel dos pais nisso tudo? Sara pode negligenciar os filhos e o marido para cuidar de uma filha?

Essas e tantas outras perguntas são sugeridas, mas nunca debatidas pelos personagens. Quando o processo de Anna contra sua família vai parar na corte, não surge um jornalista sequer para cobrir o julgamento. A mídia tão ávida por esse tipo de conflito deixaria isso passar batido? Na visão de Cassavetes, sim.

Para o diretor, o vale de lágrimas onde os personagens quase se afogam é o que há de mais interessante. E para isso ele recheia a história de momentos lacrimosos e, algumas vezes, sensacionalistas. Todos que cruzam com essa família têm uma grande tragédia pessoal.

A juíza que cuidará do caso, interpretada por Joan Cusack, perdeu uma filha num acidente de carro há pouco tempo. O advogado também tem problemas de saúde. E Kate se apaixona por um rapaz também paciente terminal.

Basta um rápido olhar pelo currículo de Cassavetes para se perceber que sutileza nunca foi a palavra de ordem em seus filmes – ao contrário da filmografia de seu pai, guiada pela intensidade.

O mais triste aqui é notar que Cameron Diaz e Abigail Breslin mergulham fundo em personagens complexos, mas não encontram um filme à altura de suas interpretações. É preciso ter um coração de pedra para não se emocionar com “Uma prova de amor”, mas, ao mesmo tempo, não são lágrimas merecidas.


Posted on setembro 11, 2009 - by Geórgia Honório

Filme sobre teorias de Charles Darwin gera polêmica no Festival de Toronto

Filme sobre teorias de Charles Darwin gera polêmica no Festival de Toronto

O Festival Internacional de Cinema de Toronto rompeu uma tradição de mais de três décadas ao apresentar, na noite de quinta-feira (10), um filme não-canadense na sua sessão de abertura, o drama britânico “Creation”.

A escolha foi criticada por realizadores locais, somando-se à polêmica gerada pelo próprio filme, que mostra a luta de Charles Darwin para escrever o seu importante livro “A origem das espécies,” que gera debates até hoje.

“Dissemos que queríamos despertar discussões e conseguimos”, disse à plateia Cameron Bailey, co-diretor do festival, visto como um dos pontos de partida para a disputa pelo Oscar. “A história tem 150 anos, mas não poderia ser mais atual”.

No filme, Darwin (Paul Bettany) já realizou suas viagens pelo mundo recolhendo amostras da vida animal, e sofre pressão de seus colegas para escrever um livro que desafiaria a crença na criação divina do homem. Mas sua esposa (vivida por Jennifer Connelly, mulher de Bettany na vida real) é uma cristã fervorosa, que discorda das ideias do marido.

Trata-se de uma visão humanista sobre Darwin, dividido entre sua crença em Deus e sua devoção pela ciência, e também sofrendo a dor da perda de um familiar que não pode ser explicada por suas teorias da natureza.

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“Não estávamos tentando endossar uma visão única do mundo. Queríamos fazer o homem (…) acessível e compreensível a todos “, disse o diretor Jon Amiel, que no entanto se disse ciente de que o filme poderá atrair a ira de grupos religiosos.

Grupos conservadores religiosos e criacionistas têm sido tão enfáticos na demonização de Darwin que qualquer filme que o mostrar como um ser humano deve ser visto como polêmico” afirmou.

Mas cineastas experientes sabem que não há nada como uma boa polêmica para atrair plateias aos cinemas. Diretores do mundo todo vão a Toronto para obter atenção da mídia e gerar um burburinho que aumente suas chances no Oscar.

Junto com o importante Festival de Veneza, que termina neste fim de semana, e com o pequeno mas influente evento de Telluride, Colorado, que terminou na segunda-feira, Toronto é uma das primeiras escalas no caminho até os prêmios da Academia de Hollywood, em março.

No ano passado, “Quem quer ser um milionário?,” que viria a ganhar o Oscar de melhor filme, foi o preferido da plateia canadense.

Neste ano, buscam um feito semelhante, entre outros, “Up in the air,” com George Clooney, dirigido por Jason Reitman; “A serious man,” dos irmãos Joen e Ethan Coen, “Life during wartime,” de Todd Solondz; e “Capitalism: a love story,” do documentarista Michael Moore.

O festival vai até 19 de setembro, com 330 filmes de 64 países.


Posted on setembro 11, 2009 - by Geórgia Honório

Reynaldo Gianecchini vai viver rei do tráfico

Reynaldo Gianecchini vai viver rei do tráfico

Será que cola? Reynaldo Gianecchini, que até hoje só viveu personagens bonzinhos, topou interpretar um gerente do tráfico no cinema.

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Segundo a colunista Mônica Bergamo, do jornal Folha de S.Paulo, o galã, que tem cara de bom moço para casar, aparece nas telonas como traficante no dia 9 de outubro, quando estreia Flordelis – Basta uma Palavra para Mudar.

O filme conta a saga de uma professora que adotou 40 crianças e é baseado em fatos reais.


Posted on setembro 11, 2009 - by Geórgia Honório

‘Gesto Obsceno’, incidente de trânsito muda um homem

Gesto Obsceno, de Tzahi Grad, não tem como tema o conflito entre judeus e palestinos, embora seja ambientado em Israel.

Aqui, o interesse primordial é a natureza humana, explorada por meio de um indivíduo que, após um incidente de trânsito, não pode mais contar com o Estado para defender seus direitos nem preservar sua integridade física. Em condições extremas, até onde o ser humano pode chegar?

Quem responde é Michael Klienhous (Gal Zaid), homem introspectivo e deprimido que abandonou o emprego para se dedicar a um sonho: escrever um livro.

Há seis meses, ele se debruça sobre a obra que ainda não tem nenhuma linha escrita. As obrigações da casa ficam, então, a cargo da esposa Tamar (Keren Mor), que não parece nutrir nenhuma admiração pelo marido.

Na manhã que coincide com o feriado em memória do Holocausto, Michael sai para apanhar a esposa e o filho. Tamar demora a entrar no carro e, enquanto isso, permanece com a porta aberta em uma rua aparentemente tranquila da cidade. O motorista do veículo de trás fica impaciente e começa a buzinar. Tamar se irrita e mostrar-lhe o dedo, o tal gesto obsceno do título. Ofendido, o motorista avança e arranca a porta do carro de Michael.

Tendo anotado a placa do veículo, Michael vai à delegacia para prestar queixa, mas descobre que o agressor é Dreyfus (Asher Tzarfati), um gângster muito bem relacionado e praticamente intocável pelas vias legais.

Michael é aconselhado a arcar com o prejuízo e esquecer o assunto. Mas ele não se intimida e, com a ajuda do primo Chasmonai (Ya”ackov Ayali), decide falar pessoalmente com Dreyfus. No entanto, o infrator não parece interessado em discutir a questão e usará a força para espantar Michael, se for necessário.

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O desfecho da trama é previsível no contexto do filme, mas nem por isso deixa de ser significativo. A cena final é semelhante a inúmeras outras que recheiam os noticiários internacionais, com a diferença de que o protagonista não é um terrorista, mas um cidadão comum. Esse é o único aspecto que faz de Gesto Obsceno uma obra relevante.

Michael é obrigado a usar a violência como recurso derradeiro quando o Estado não o apoia. O curioso é que, com o uso da força, ele ganha o respeito da família e reconquista a auto estima, há tempos perdida.

O roteiro é construído de maneira a suscitar no espectador certa empatia pela causa de Michael que, por fim, se transforma em cumplicidade. É se aproximando de uma vida em particular que o filme procura entender o que leva um homem a atitudes tão extremas.

Pode ser que haja um paralelo com a questão da Palestina. O impulso que leva Michael à violência tem a mesma raiz daquele que leva palestinos a atacarem judeus. Ambos sentem-se oprimidos, injustiçados e não podem recorrer ao Estado, restando-lhes fazer justiça com as próprias mãos.

O filme, premiado no Festival de Haifa, não faz apologia à violência nem a justifica, mas parece compreender os sentimentos humanos que impulsionam atos brutais.


Posted on agosto 16, 2009 - by Geórgia Honório

Corrida Mortal

Jensen Ames (Jason Statham) é um ex-piloto profissional condenado por um terrível assassinato. Encarcerado em Terminal Island, uma prisão de segurança máxima com regras próprias, ele se vê obrigado a voltar às pistas e participar de uma competição mortal cujo vencedor pode conquistar a liberdade. O problema é que lá a corrida e os competidores são diferentes, ao mesmo tempo em que a vontade de matar e ser livre correm lado a lado.

Corrida Mortal

Tamanho: 744 MB
Formato: DVDRip
Vídeo Codec: Avi
Idioma: Português
Lançamento: 2009
Duração: 105 minutos

Download Corrida Mortal
Qualidade: DVD Rip


Posted on agosto 16, 2009 - by Geórgia Honório

Adventureland

Durante o verão de 1987, o jovem James Brennan (Eisenberg) acabou de se formar no colégio. Ele está à procura de um trabalho e acaba conseguindo emprego num parque de diversões, onde descobre que é o local ideal para se preparar para o mundo.

Adventureland

Tamanho: 401 MB
Formato: DVDRip
Vídeo Codec: Avi
Idioma: Inglês
Legenda: Clique Aqui
Lançamento: 2009
Duração: 105 minutos

Download Adventureland
Qualidade: DVD Rip


Posted on agosto 16, 2009 - by Geórgia Honório

Passado Negro

Após 25 anos injustamente presa, Allison, acusada de ter matado um garoto, retorna para a cidade onde vivia. Ao investigar o crime e levantar poderosos suspeitos, ela se pergunta se, para fazer justiça, vale a pena arriscar sua recém adquirida liberdade. A bela mulher quer apenas corrigir seu passado.

Passado Negro

Tamanho: 690 MB
Formato: DVDRip
Vídeo Codec: Avi
Idioma: Português
Lançamento: 2009
Duração: 93 minutos

Download Passado Negro
Qualidade: DVD Rip


Posted on agosto 16, 2009 - by Geórgia Honório

Cativeiro

Ficar presa em uma cela sem saber onde está nem porque foi presa. É assim que acorda Jennifer, a bela e conhecida top model. Assustada com a situação, ela tenta descobrir o que está acontecendo. O clima é apavorante. Aos poucos se revela que Jennifer não está sozinha. Na sala ao lado um rapaz também luta desesperado pata ver a luz do sol. Os dois somam forças, mas em vão. O local é um bunquer de concreto repleto de armadilhas mortais e cada erro pode custar uma vida.

Cativeiro

Tamanho: 1.2 GB
Formato: DVDRip
Vídeo Codec: Avi
Idioma: Português
Lançamento: 2007
Duração: 98minutos

Download Cativeiro – Parte 1 e Parte 2

Qualidade: DVDRip


Posted on agosto 16, 2009 - by Geórgia Honório

A Grande Festa do Neil

É o verão perfeito, terminaram as aulas e os pais de Neil (Andrew Casey) estão longe curtindo suas férias. A vida é uma maravilha! Mas não para Neil. A garota dos seus sonhos, Lauren (Lauren Bigby), está saindo com Gary (James Murtagh) e, o que torna as coisas piores, Lauren e Neil são bons amigos… nada mais do que isso!

A grande festa do neil

Como ele vai conseguir que a garota dos seus sonhos faça com ele exatamente o que faz nos seus sonhos? Neil precisa mesmo é de uma festa! Perturbando ele o tempo todo estão sua irmã mais velha, uma vizinha rabugenta e uma divorciada que insiste pra Neil cuidar do seu jardim.

Mas nosso herói não está totalmente abandonado. Existem seus camaradas, cada um deles com seus próprios problemas com mulheres para resolverem. Será que Neil vai ficar com a garota dos seus sonhos? Será que seus amigos finalmente vão descolar… qualquer coisa? Uma comédia inglesa excêntrica, no melhor estilo American Pie!

Tamanho: 697 MB
Formato: DVDRip
Vídeo Codec: Avi
Idioma: Inglês/Português
Lançamento: 2007
Duração: 130 minutos

Download A Grande Festa do Neil
Qualidade: DVD Rip


Posted on agosto 3, 2009 - by Geórgia Honório

‘Elvis e Madona’ conta história de amor entre lésbica e travesti em Copacabana

Um pai abandona a família para se tornar travesti. Anos mais tarde, tenta se reconciliar com os parentes, mas se apaixona pela namorada do filho. O caso mostrado em um programa mexicano, desses no qual convidados lavam a roupa suja em frente a um auditório, inspirou a história do filme “Elvis e Madona”, do diretor Marcelo Laffitte.

O longa tem a atriz Simone Spoladore no papel da lésbica Elvis e o ator Igor Cotrim como o transex Madona. A produção, filmada em 2008, está em fase de tratamento de imagem e deve estrear em novembro de 2010, no Festival de Brasília.

Elvis e Madona

“É uma história de amor muito delicada, com toques de comédia”, define o diretor, que escreveu o roteiro “imediatamente” após assistir o tal programa sensacionalista na TV americana, quando foi lançar o curta “Vox populi” em uma mostra em Miami, há 12 anos. “Foi árduo conseguir verba para as filmagens. Começamos a rodar em 2007, daí acabou o dinheiro, retomamos em 2008″.

Assim como a dificuldade em conseguir patrocínio – o longa custou R$ 1,2 milhões -, Laffitte temia que o enredo de “Elvis e Madonna” afugentasse o público mais conservador. O receio passou após algumas exibições-teste, com diferentes perfis de espectadores. “Logo nos dez primeiros minutos os personagens estão tão bem desenhados, que as pessoas se desligam do fato de que se trata de um travesti e uma lésbica se apaixonando. Eles vão se divertindo com a história, se envolvendo com essa coisa do feminino e do masculino do casal se sobressair conforme as situações”.

Para diminuir o impacto do argumento, Laffitte preferiu deixar os protagonistas longe de ambientes marginalizados, como geralmente são retratados os homossexuais no cinema nacional. Madona é uma cabeleireira que trabalha duro para realizar o sonho de produzir um espetáculo musical com drag queens. Elvis, entregadora de pizza, na verdade quer ser fotógrafa.

Ambos vivem em Copacabana, onde se passa a maioria das cenas. O bairro carioca serviu também de inspiração para a música-tema “I love you, Copacabana”, composta por Laffitte e Gabriel Moura e gravada por Elza Soares especialmente para o filme.

“O encontro da dupla acontece quando Elvis faz um delivery no apartamento de Madona e a vê toda machucada, após levar uma surra. Ali começa a amizade, que mais tarde evolui para um sentimento forte”, explica o cineasta.

Madona com um ‘n’ só

A escolha do nome do casal central não é apenas uma referência a dois grandes ícones do pop. Segundo Laffitte, “Elvis” é uma homenagem a uma amiga de infância chamada Elvira, que jocosamente recebeu o apelido. “Madona é por causa da popstar mesmo, mas a gente preferiu escrever com um ‘n’ só, para evitar problemas jurídicos”.

As associações à rainha do pop aparecem vez ou outra no filme. Igor Cotrim, o ator que dá vida à travesti, fez da música “Who’s that girl?” um bordão da personagem. “Ela sempre diz essa frase quando se olha no espelho e se acha divina!”, brinca Cotrim.

O ator foi o último a ser escolhido para integrar o elenco, que também tem Maitê Proença, José Wilker, Buza Ferraz e Sérgio Bezerra. “O Igor foi o que se saiu melhor no teste, que teve mais química com a Simone”, explica o diretor. “De início meu plano era ter um travesti de verdade no papel de Madona, inclusive fiz testes com alguns na Lapa”.

Alguns destes processos de seleção podem ser vistos no YouTube.

“Quando fiquei sabendo do filme, me depilei e fui com a cara de pau, unha postiça e a coragem para o teste. Nunca fiz cinema, sempre fui ator de teatro”, afirma Cotrim, que na televisão atuou na novela “Mulheres apaixonadas” (2003) e na série “Sandy e Júnior” (1999).

Shows de drag queens e conversas com travestis na Lapa carioca serviram de laboratório, como conta o ator. “Foi lá que aprendi o gestual, a jogada de quadril, como mexer o cabelão, de misturar um monte de gírias com termos do candomblé”, enumera. “Meu papel é o da ‘mulherzinha’ do romance, principalmente nas cenas mais quentes, quando Elvis vem para cima, querendo comer a Madona”, debocha.

Simone Spoladore, segundo define o diretor, foi orientada a ser uma “lésbica gatinha”. “Claro que em alguns momentos ela tem uma expressão corporal mais dura. Mas a gente não queria que fosse uma mulher masculinizada. Ela faz uma lésbica gatinha, com momentos delicados”, diz Laffitte.

A mesma preocupação teve a atriz. “Não queria que ficasse uma coisa estereotipada. Fui a boates gays observar as meninas, observei algumas à minha volta”, conta.

Para Simone, “Elvis e Madona” está longe de ser polêmico e deverá agradar o público. “É um filme muito simpático, com situações de humor. Tem todos os elementos de uma comédia romântica, apesar de o casal ser meio torto”.


Posted on agosto 3, 2009 - by Geórgia Honório

Bilheteria de “Funny People” de Sandler decepciona em estreia

Adam Sandler teve neste domingo (2) a sua pior estreia nas bilheterias da América do Norte em quase cinco anos, com “Funny People”, uma comédia mais séria do que os descompromissados filmes amados pelos seus fãs.

De acordo com estimativas de estúdio, o filme alcançou US$ 23,4 milhões nas bilheterias nos três dias após a sua estreia nos Estados Unidos e no Canadá, na sexta-feira. É o pior início para um filme líder nas bilheterias desde “Sim Senhor”, de Jim Carrey, lançado com US$ 18,3 milhões em dezembro passado.

Sandler interpreta um comediante diagnosticado com uma doença sanguínea letal e que tenta acabar com um casamento. Os principais críticos não gostaram do filme, de acordo com o site Rotten Tomatoes que analisa resenhas.

Funny People

A pior estreia anterior de Sandler ocorreu com “Spanglish”, que arrecadou US$ 8,8 milhões em dezembro de 2004. Seu principal filme no verão norte-americano no ano passado, “Zohan – O Agente Bom de Corte”, conseguiu US$ 38,5 milhões na estreia, mas parou nos US$ 100 milhões.

“Funny People” foi dirigido por Judd Apatow, que foi considerado a pessoa mais inteligente de Hollywood pela revista Entertainment Weekly em 2007. Seu filme “Ligeiramente Grávidos” estreou naquele ano com US$ 31 milhões e encerrou com US$ 149 milhões.

O novo filme é mais uma decepção para a Universal Pictures.

A General Electric Co recentemente lançou a comédia “Bruno”, com Sacha Baron Cohen, que rapidamente perdeu fôlego nas bilheterias, e o drama “Inimigos Públicos”, com Johnny Depp, que não arrecadou nem 100 milhões de dólares.

O presidente da Universal, Nikki Rocco, afirmou que “Funny People” estreou “exatamente onde ele deveria estar”, devido ao tema mais sério. O estúdio disse que a produção custou 75 milhões de dólares para ser feita, embora tenha havido rumores de que esse número teria se aproximado dos 100 milhões de dólares.

“Harry Potter e o Enigma do Príncipe” ficou na segunda posição pelo segundo fim de semana, com 17,7 milhões de dólares em arrecadação. No 19º dia de exibição do sexto filme da série, a produção alcançou 255,5 milhões de dólares. Seu antecessor de 2007, “Harry Potter e a Ordem da Fênix”, havia obtido 242 milhões de dólares no mesmo período de tempo.


Posted on agosto 3, 2009 - by Geórgia Honório

‘Divã’ dá a largada em festival de cinema brasileiro em NY

Um dos filmes brasileiros mais vistos no ano,“Divã” abre nesta segunda-feira (3) a programação do Cine Fest Petrobrás Brasil-NY, evento que apresenta seleção de longas e curtas nacionais no Tribeca Cinemas, em Nova York. Protagonizado por Lilia Cabral e dirigido por José Alarenga Jr., o filme conta a história de uma quarentona que decide frequenter a terapia.

A programação deste primeiro dia inclui ainda “Romance”, longa de Guel Arraes, com Wagner Moura e Letícia Sabatella, baseado na lenda de Tristão e Isolda. Na sequência, entram em cartaz “Budapeste”, filme de Walter Carvalho baseado no livro homônimo de Chico Buarque, e “A erva do rato”, mais recente produção de Julio Bressane, com Alessandra Negrini e Selton Mello.

Divã

No quesito documentários, o elogiado “Loki – Arnaldo Baptista”, sobre o fundador dos Mutantes, encerra a noite, acompanhado ainda de “Fumando espero”, assinado por Adriana Dutra.

A abertura do Cine Fest Petrobras Brasil-NY aconteceu no domingo (2), no Central Park, com show de Silvia Machete e a exibição do filme “Se eu fosse você 2”.

O festival de cinema brasileiro reúne, neste ano, alguns dos maiores hits da produção nacional recente. Com 15 longas, 13 deles em competição, a mostra ainda tem como destaque o inédito “Hotxuá”, no qual Letícia Sabatella assina a direção ao lado de Gringo Cardia.


Posted on julho 28, 2009 - by Geórgia Honório

Cine Ceará começa nesta terça com homenagem a Che Guevara

A 19ª edição do Cine Ceará, que começa nesta terça-feira (28) em Fortaleza, faz uma homenagem à cultuada figura de Che Guevara, mostrando a força que o guerrilheiro ainda exerce sobre o imaginário do cinema contemporâneo.

O evento, que vai dedicar a Che uma mostra de 13 filmes, será aberto com a pré-estreia de “Che – Guerrilha”, a segunda parte da saga dirigida por Steven Soderbergh. Estrelado por Benicio Del Toro e com Rodrigo Santoro no elenco, o filme só deve entrar em cartaz nos cinemas do Brasil em 18 de setembro.

A mostra Che – Olhares do tempo ainda vai exibir o documentário “Personal Che”, Douglas Duarte, “Mi hijo el Che”, de Fernando Birri, “El día que me quieras”, de Luis Carlos Gutierrez, “Carabina M2 – uma arma americana”, de Carlos Pronzato, e outros.

Para debater o ícone Che Guevara, o festival vai contar com a presença de Luis Carlos Gutierrez, o dentista conhecido como Fisín, hoje com 90 anos, que alterou o rosto de Che para as guerrilhas no Congo e na Bolívia. Juntam-se a ele o diretor Douglas Duarte, diretor de “Personal Che”, Héctor Cruz, cineasta de “Kordavision” (2005), e o veterano do cinema argentino Fernando Birri, de “Mi hijo el Che” (1985).

No 19º ano de vida do Cine Ceará, quatro longas-metragens brasileiros disputam o principal prêmio do evento, escolhido por júri próprio. O destaque fica por conta do documentário inédito “Pequeno burguês – Filosofia de vida”, dirigido por Edu Mansur, que faz um perfil do sambista Martinho da Vila.

Também concorrem “À deriva”, de Heitor Dhalia, com Deborah Bloch e Vincent Cassel, “Se nada mais der certo”, de José Eduardo Belmonte, com Cauã Reymond, e outro documentário, “O homem que engarrafava nuvens”, de Lírio Ferreira (de “Árido movie”). O vencedor leva um prêmio de R$ 10 mil.

Há ainda a competição de longas ibero-americanos, que inclui o documentário argentino “Haroldo Conti – Homo Viator”, de Miguel Mato, e as ficções “Coração do tempo”, do mexicano Alberto Cortés, “Os deuses quebrados”, do cubano Ernesto Daranas, e “O prêmio”, do peruano Alberto Chicho Durant. Além disso, 15 curtas de diversas regiões do Brasil serão exibidos em mostra específica.



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